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Usar somente a memória não ajuda na hora de gerir os recursos da casa

 

A crise parece mesmo ter atingido muitas famílias brasileiras. Por essa razão, uma gestão simples dos recursos da casa pode contribuir enormemente para a tão esperada estabilidade financeira. O grande problema é que, na prática, muitas pessoas não sabem organizar a contabilidade doméstica.

 

Segundo apontam especialistas, o orçamento da casa deve seguir a receita de qualquer empresa: mensurar ganhos e despesas, estudar formas de otimizar custos e planejar objetivos, detalhando como conseguirá atingi-los, de acordo com a Folha de S. Paulo.

 

Usar somente a memória pode ser uma grande pegadinha na hora de fazer a contabilidade, como indicam os planejadores financeiros. Portanto, usar cadernos, programas em computadores, como o excel, ou aplicativos no celular seriam aliados na tarefa.

 

Outro passo importante na hora de calcular gastos é descobrir para onde o dinheiro vai. “Liste todos os gastos fixos, como escola, empregada, aluguel, condomínio. Reserve também 20% para os variáveis, como uma ida ao cinema ou uma necessidade não pensada anteriormente. Com isso, terá um relato aproximado de quanto gastará por mês”, explica Márcio Gabrielli, professor da FGV.

 

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/economia/237895/montar-orcamento-domestico-e-basicopara-uma-educacao-financeira

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Sem Título-1

 

Nesta semana está acontecendo a 3ª Semana Nacional de Educação Financeira, evento criado com o objetivo de conscientizar os brasileiros a respeito do uso do dinheiro.

 

Diversas ações educacionais estão sendo realizadas – tais como palestras, cursos e gincanas – que acontecem em diferentes regiões do país. Confira a programação no site do evento!

 

Acesse: http://www.semanaenef.gov.br/

 

 

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Quando foi a última vez que você parou parar pensar no seu futuro?

 

De um modo geral, temos o hábito de focar somente em como estará a nossa vida daqui a alguns anos. Se por um lado é importante pensar em nós e em nossa família, por outro precisamos ter uma visão mais ampla do que representa esse futuro. Para planejar o amanhã com os pés no chão, é preciso entender como será o contexto em que vamos viver.

 

É justamente por isso que não é recomendável pensar em aposentadoria contando apenas com a previdência social. Ela tem sim uma função muito importante. Mas, com todos os desafios que o governo terá a longo prazo, o dinheiro pode não ser o suficiente para manter o padrão de vida da população no futuro.

 

Esse não é só um desafio do Brasil – o aumento da expectativa de vida e o envelhecimento da população são desafios globais quando o assunto é aposentadoria. Nas Américas, por exemplo, de 1999 a 2010, o número de pessoas de 65 a 69 anos que continuam trabalhando aumentou 50%, segundo dados da consultoria internacional Mercer.

 

Sonhar é importante para que tenhamos determinação em alcançar o futuro que desejamos. Mas, para que esse sonho se concretize, é preciso colocar a mão na massa. E não estamos dizendo isso no sentido de te incentivar a trabalhar dobrado para garantir o seu futuro. É importante que você pense na sua aposentadoria desde agora.

 

Um plano de aposentadoria privado é a solução mais madura para que você não fique dependendo apenas do retorno da previdência social. Essa é uma decisão que te dá mais conforto para planejar uma gravidez, pensar no futuro dos filhos ou mesmo na sua terceira idade, que merece ser vivida com muito conforto.

 

Quando estiver pensando no futuro, tenha em mente não só o que você gostaria para si mesmo e sua família, mas também toda essa questão do contexto global. Não deixe que sua qualidade de vida dependa somente dos recursos da previdência social. O dinheiro que você investe agora é a garantia de um futuro bem cuidado para você e sua família.

 

Fonte: http://financasfemininas.uol.com.br/uma-boa-aposentadoria-pede-mais-do-que-o-inss/

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São Paulo – Seis em cada dez mulheres (64,4%) não resistem aos apelos dos filhos quando eles pedem brinquedos, roupas e doces. É o que aponta um estudo pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

 

Muitas vezes, nem é necessário que os filhos peçam o presente para recebê-lo: 59,6% das mães compram produtos que não são necessários para os filhos apenas pelo prazer de vê-los usarem coisas que gostam, aponta a SPC Brasil. Além disso, quatro em cada dez mulheres (46,4%) admitem não adotar regras para presentear os filhos. Apenas 15,6% disseram dar presentes apenas em datas especiais, como aniversário, Dia das Crianças e Natal, enquanto 12,7% dão presentes quando o filho cumpre as regras e obrigações de casa.

 

Ambos os comportamentos podem ser negativos para a saúde financeira da família, aponta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Para ela, é compreensível que as mães queiram sempre satisfazer seus filhos. Contudo, a vontade de agradar as crianças não pode se sobrepor ao controle do orçamento familiar, ainda mais em um cenário de crise.

 

Foram entrevistadas para o levantamento 843 mulheres com filhos com dois a 18 anos de idade em todas as capitais brasileiras. A margem de erro da pesquisa é de até 3,4 pontos percentuais.

 

Levar o filho às compras faz as mães gastarem mais

 

Quatro em cada dez mulheres entrevistadas pela SPC Brasil (38,6%) admitem que sempre acabam gastando mais do que o planejado quando saem para comprar acompanhadas pelos seus filhos.

 

As mães consultadas no levantamento declararam que mais da metade (50,8%) das últimas cinco compras de brinquedos, jogos, roupas e calçados realizadas para seus filhos foi feita por impulso. Quando se trata de alimentos, o percentual de compras por impulso é maior: 55,8%.

Os itens que mais levam à compra por impulso são roupas (40,6%), balas, chocolates e doces (35,5%), calçados (33,4%), brinquedos (32,5%), lanches (32,2%), iogurte (25,7%), biscoitos (24,3%) e eletrônicos (19,8%).

 

Quase a metade das entrevistadas (48,5%) garante que os filhos são persistentes e não desistem do pedido até conseguir o presente. O estudo aponta ainda que três em cada dez mulheres (29,7%) dizem que, mesmo comprando a maioria dos produtos que os filhos pedem, as crianças não ficam satisfeitas.

 

Mais de um terço das mães se endividam por causa dos filhos

 

Quatro em cada dez mães (36,7%) ouvidas já ficaram endividadas por causa de compras que fizeram para os filhos e 9,9% já deixaram de comprar produtos importantes para a casa ou pagar alguma conta porque compraram algo para a criança ou adolescente.

 

Dentre as mães que acreditam que dar todos os brinquedos e passeios fará a criança mais feliz, 30,9% estão com o orçamento no vermelho. Por outro lado, o percentual de mães que encerram o mês com dívidas cai para 15,8% entre as que não atribuem a felicidade de seus filhos aos produtos que consomem.

 

A pesquisa também aponta que 11,1% das mães relatam brigas com o cônjuge por causa das compras que realizam para os filhos, enquanto 17,4% das entrevistadas admitem compensar a ausência no dia a dia com presentes para os filhos.

 

O que fazer

 

O fato de o filho insistir nos pedidos para compra de produtos não deve intimidar a mãe. Para o educador financeiro do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, a criança não pode perceber que a insistência, a birra ou chantagem funcionam, pois pode se acostumar com esse tipo de comportamento.

Nesse caso, o problema pode ficar ainda maior, já que será mais difícil interromper o hábito de dar presentes caso seja necessário realizar um ajuste nas contas da família, por exemplo, diz Marcela.

 

Uma saída para evitar discussões com os filhos na hora das compras pode ser combinar regras sobre o que poderá ou não ser comprado antes do passeio.

 

Para que essa solução seja eficiente, a mãe deve ser clara e firme na hora do acordo, diz a economista do SPC. Dessa forma, é mais provável que as crianças se sintam menos decepcionadas quando seus pedidos forem negados.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/6-em-cada-10-maes-cedem-as-vontades-dos-filhos-nas-compras

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Prezado (a),
O Relatório Anual Interativo 2015 da Visão Prev está disponível em formato digital através do site www.relatorioanualvisaoprev.com.br. Confira!
Desde o ano passado, o Relatório Anual é disponibilizado em plataforma digital para sua maior comodidade e praticidade, o que fez da Visão Prev pioneira em utilizar este formato de apresentação de dados.

 

Para a divulgação este ano, ele passou por uma remodelação que deixou a plataforma ainda mais interativa, de fácil navegação e dividiu as informações em três blocos principais:

 

Menu superior – onde encontram-se a mensagem de abertura, informações institucionais e os contatos da Visão Prev. Além disso, existe um Resumo Executivo do Relatório 2015 disponível em versão PDF, o que possibilita aos interessados o download e impressão deste arquivo.

  • Menu central – onde as informações centrais do Relatório Anual estão divididas em três seções: Gestão e Governança, Econômico e Financeiro, e Comunicação e Relacionamento.
  • Menu inferior (rodapé) – onde estão disponibilizados um glossário de alguns termos utilizados no Relatório, e diversos arquivos para download como: balanço patrimonial, demonstração de investimentos, situação atuarial, demonstrações financeiras, relatórios anuais anteriores, entre outros.


Outra novidade é que é possível imprimir as páginas separadamente. Para isso, basta seguir os passos abaixo:


- Clique no ícone de impressão presente em cada página e uma imagem da página escolhida será aberta
- Você pode abrir a caixa de impressão clicando em Ctrl+P, ou:
- Clique sobre a imagem com o botão direito e escolha a opção “salvar imagem como”
- Salve a imagem e, posteriormente, envie o arquivo para impressão


Aproveite o formato digital e boa leitura!

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Sem Título-1

 

Embora a velhice seja frequentemente chamada de “melhor idade”, nem todos conseguem desfrutar de tudo o que gostariam. O fato é que o número de idosos endividados vem crescendo gradativamente no Brasil – e estar no vermelho não ajuda em nada quem deseja viver momentos mais tranquilos.

 

Números alertam para idosos endividados

Somente em agosto de 2015, a relação de idosos endividados cresceu 8,56%, na comparação com o mesmo mês em 2014, conforme aponta pesquisa do SPC Brasil. Segundo a entidade, os bancos são os credores de 47,26% das pessoas que compõem esta estatística.

Para a entidade, o maior motivo de endividamento é que muitos dos idosos dependem apenas da Previdência Social para sobreviver e, por conta disso, são obrigados a recorrer a empréstimos. Em alguns casos, também é constatada a falta de planejamento para a aposentadoria.

 

Como vencer o endividamento

Se você se enquadra entre os idosos endividados, mantenha a calma e acredite: tem solução. Você pode sair do vermelho seguindo os quatro passos indicados a seguir.

 

1. Organização financeira

Na terceira idade, mais do que nunca, é necessário ter a máxima organização com as contas. Com o risco maior de imprevistos de saúde, é importante não apenas pagar as contas, mas fazer uma reserva.

Se tiver dificuldades, vale a pena contratar até mesmo a mão de obra profissional. Apesar de já ter eliminado algumas despesas (como gastos com filhos, escola, faculdade), a maturidade traz novos custos com alimentação, saúde e medicamentos. Cogite contratar um consultor financeiro, se necessário.

 

2. Investimentos

Você não se planejou para a aposentaria, mas ainda tem uma reserva financeira? Mesmo que não seja suficiente para suas necessidades, esse dinheiro pode ser multiplicado por meio de investimentos. Nesse caso, também é válido contratar um consultor para orientar sobre as aplicações mais adequadas ao seu perfil e objetivos.

 

3. Benefícios

Uma das vantagens de ser maior de 60 anos é que se pode contar com uma série de benefícios, inclusive financeiros. Quando for o caso, aproveite os descontos oferecidos para a terceira idade, assim como cursos, passeios, atividades de lazer e outros recursos. Isso ajudará a economizar bastante.

Quando se trata de finanças, também há vantagens. Se precisar de empréstimos – somente em último caso, claro – verifique a possibilidade de utilizar os consignados, que são aqueles descontados em folha.

A cada dia cresce o rol de opções para aposentados e pensionistas do INSS. Recentemente, foi lançado um cartão de crédito exclusivo para os beneficiários da Previdência Social, que é isento de anuidade. Essa vantagem já pode representar uma economia significativa para o usuário.

 

4. Cuide da saúde

O que isso tem a ver com finanças? Tudo! Uma simples caminhada diária de 30 minutos pode prevenir uma série de doenças. E, como você sabe, a doença traz uma infinidade de gastos na carona, principalmente com medicamentos.

 

Fonte: http://www.vivoseudinheiro.com.br/idosos-endividados-4-dicas-para-se-livrar-do-vermelho/

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De acordo com pesquisa realizada pelo SPC Brasil, em conjunto com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), no mês de março de 2016, 700 mil brasileiros entraram no negativado, isto é, foram inseridos como inaptos à aquisição de financiamentos no cadastro de proteção ao crédito. No total, são 58,7 milhões de pessoas (39,64% da população) que estão na condição de inadimplentes.

 

Ainda, conforme a pesquisa, a região Nordeste teve a maior alta anual de inadimplência pelo oitavo mês consecutivo, com um aumento de 8,09% de pessoas inadimplentes entre fevereiro de 2015 e março de 2016, o que alcançou um total de 15,7 milhões de negativados. As demais regiões do país, embora com números absolutos menores, também têm de 30% a 50% da população com dívidas em atraso.

 

A região Sudeste, entretanto, não entrou no estudo, uma vez que a Lei Estadual 16.569/2015 do Estado de São Paulo, que exige que os devedores sejam, previamente, notificados sobre suas dívidas e assinem o recebimento do aviso pelo Correio, dificulta a inclusão deles no cadastro de inadimplentes.Em média, os inadimplentes devem R$ 3.422,29. As dívidas usuais são desde as faturas de cartão de crédito; empréstimos; cartão de redes e lojas de varejo; cheque especial; telefone fixo e celular, até as contas mais básicas, como de energia e de luz, itens estes que, geralmente, são os primeiros a serem pagos pelas famílias.

 

Os motivos mais apontados para esse aumento no número de devedores são: perda de emprego; queda na renda real; empréstimo do nome para consumo de terceiros e compras feitas sem controle. Desse modo, os principais fatores estão intimamente relacionados à recessão econômica que reflete num número maior de desocupados, que já alcançou 9,6 milhões neste ano (IBGE, 2016), à corrosão do poder aquisitivo, decorrente da pressão inflacionária, e aos juros mais altos no mercado.

 

É notório que esses fatores são determinantes para o quadro de inadimplência do país, mas dois aspectos importantes contribuem para tal: o descontrole financeiro e o desconhecimento do brasileiro a respeito de sua própria dívida. Conforme estudos do SPC Brasil (2016), a maioria dos brasileiros não tem sobra de recursos ao final do mês, e seis, a cada dez pessoas, não sabem, exatamente, o montante devido, e 36%, para quais empresas devem. Apesar da renegociação da dívida, uma porcentagem significativa continua devendo parcelas (32,6%), enquanto 67,4% pagaram ou ainda estão pagando suas dívidas.

 

A ampliação da oferta monetária via expansão do crédito às famílias, a partir da primeira década dos anos 2000, propiciou um “mundo desconhecido” ao brasileiro, com maior acesso a recursos e ao consumo. A demanda reprimida das décadas anteriores, aliada à ausência de educação financeira e de “hábito” de planejamento da população, entretanto, fez com que esse boom do crédito não fosse encarado com parcimônia.

 

Para se ter uma ideia, uma pesquisa da S&P Ratings Services Global Financial Literacy Survey, realizada em 2014, aponta que o Brasil ocupa somente a 74ª posição em educação financeira, entre 144 países, índice inferior, inclusive, a países mais pobres e desiguais, como Madagascar e Zimbábue.

Reconhece-se que a educação financeira é de extrema importância para a construção de uma cultura que privilegie a melhor gestão do orçamento e que se deve começar desde a infância. Como esta cultura ainda não está disseminada no país, é preciso que o brasileiro aprenda a colocar no “papel” suas despesas e suas prioridades, a fim de amenizar e/ou solucionar seus problemas financeiros.

 

Mesmo que a nossa sociedade esteja, historicamente, acostumada a um orçamento apertado e venha cortando gastos com bens de consumo e serviços menos básicos, a saída da inadimplência torna-se difícil, sem a devida compreensão das dívidas e o controle dos gastos, sobretudo, em períodos de escassez de oferta de crédito e de economia em recessão.

Ana Raquel Mechlin Prado possui graduação e mestrado em Economia e tem estudos com ênfase em Economia Industrial e Economia Contemporânea.

 

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/o-endividamento-dos-brasileiros-e-a-falta-de-educacao-financeira

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economizar

 

Em tempos de crise, dar uma atenção especial ao controle de gastos pode fazer uma grande diferença no seu orçamento!
Confira abaixo as planilhas disponibilizadas pelo portal Vivo Seu Dinheiro que podem ser muito úteis para seu controle de gastos mensal:

 

Desafio de economizar em um ano
Economizar dinheiro é um hábito saudável para seu bolso. Se você não sabe por onde começar a cultivar, baixe esta planilha para organizar seu desafio de economia em um ano, ou seja, em 52 semanas.

 

Controle de despesas
Sua renda vai ser suficiente até o final do mês? Quais são suas principais despesas. Organize as receitas e gastos para conseguir saber onde você pode economizar mais.

 

Diagnóstico de suas finanças
Quais são suas maiores despesas? Quais gastos você poderia cortar? Baixe esta planilha para registrar, gerenciar e monitorar seus gastos mensais por tipo.

 

Plano para suas prioridades
Sobram demandas de gastos e falta dinheiro? Baixe esta planilha para priorizar seus objetivos financeiros de longo prazo e saber garantir o que importa.

 

Prioridades financeiras
Comprar? Juntar dinheiro? Quitar dívidas? Baixe esta planilha para identificar prioridades e organizar um plano de ação para alcançar o que importa mais para você.

 

Planilha de despesas mensais
Quais são suas maiores despesas? Quais gastos você poderia cortar? Baixe esta planilha para registrar, gerenciar e monitorar seus gastos mensais por tipo.

 

Link para acesso à planilha: www.vivoseudinheiro.com.br/planilhas

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São Paulo – O jornalista americano Napoleon Hill escreveu o best seller de finanças pessoais “Think and Grow Rich” (Pense e fique rico, em tradução livre) em 1937, mas suas dicas para atingir o sucesso financeiro são válidas até hoje.

 

No livro, Hill estuda o comportamento de milionários como o empresário Henry Ford, fundador da Ford; e o cientista Thomas Edison, inventor da lâmpada incandescente.

 

Além de revelar os segredos de quem conseguiu acumular riqueza, ele também aponta os principais motivos que impedem que alguém consiga enriquecer. Veja a seguir os principais conselhos dados pelo autor:

 

1) Não ter um objetivo definido

 

Hill constata que alguém que não tenha uma motivação ou um objetivo de vida não pode obter o sucesso financeiro.

Ter uma meta definida permite saber quanto dinheiro você irá precisar para atingi-la e, dessa forma, traçar um plano para levantar os recursos em um prazo determinado. Sem esse planejamento, é mais fácil cair na tentação de realizar gastos desnecessários.

 

2) Falta de ambição

 

Ser indiferente quando o assunto é melhorar de vida ou não estar disposto a pagar o preço para isso, ou seja, encarar sacrifícios para juntar dinheiro e construir um patrimônio, são comportamentos fatais no caminho para acumular riqueza, segundo Hill.

 

É necessário ter o desejo de superar uma vida comum, trabalhar para isso e ter em mente que grandes fortunas não são construídas da noite para o dia. Quanto maior o planejamento e o prazo para investir, maiores e mais sólidos tendem a ser os ganhos.

 

3) Não aplicar conhecimentos adquiridos

 

Para Hill, a educação consiste não tanto em obter conhecimento, mas, sim, aplicá-los na vida de forma efetiva e persistente. “Um homem costuma ser recompensado não pelo que sabe, mas pelo que faz com o que sabe”, diz o autor, no livro.

 

Apenas ter um diploma não torna uma pessoa bem-educada. Hill aponta que milionários geralmente vão atrás de conhecimento por si mesmos.

 

4) Falta de disciplina

 

Para o autor, disciplina é sinônimo de autocontrole. Antes de querer organizar as finanças, por exemplo, é necessário controlar a si mesmo.

Isso vale para comportamentos nocivos à vida financeira, como gastar com o que se quer, e não com o que se precisa, e ter despesas maiores do que a renda mensal como uma forma de se recompensar pelo trabalho.

 

Gastar menos do que se ganha permite enriquecer, pois a folga no orçamento pode ser destinada aos investimentos e reservas financeiras.

 

5) Procrastinar

 

O hábito de adiar tarefas é uma das maiores causas de fracasso financeiro, escreve Hill, em seu livro. “Muitas pessoas passam a vida esperando pelo momento certo para começar a fazer algo. Eu digo: não esperem”.

 

O conselho do autor é começar a agir com as ferramentas que se tem, mesmo que, a princípio, elas pareçam insuficientes. Isso vale para aplicações financeiras que exigem poucos recursos iniciais, mas são uma forma de começar a construir um patrimônio sólido.

 

6) Falta de persistência

 

A maioria das pessoas são boas em iniciar atividades, mas ruins em terminar. Segundo análise do autor, isso acontece porque é fácil desistir ao se deparar com os primeiros sinais de derrota. Mas o fato é que o fracasso não pode ser driblado sem persistência.

 

Se o plano é abrir um negócio ou começar um investimento, é necessário ter consciência de que não existem ganhos fáceis e rápidos, e que é preciso esperar para colher frutos. Geralmente, os rendimentos mais sólidos são obtidos em prazos mais longos.

 

7) Negatividade

 

Se quiser ser rico, seus pensamentos positivos devem dominar os negativos. Ter uma visão negativa da vida, segundo o autor, repele e distancia pessoas do sucesso financeiro.

 

O pensamento de que ser rico é algo que está fora do controle e depende de sorte é uma maneira inconsciente de evitar o desafio de construir um patrimônio. A dica é quebrar esse ciclo e acreditar que esse objetivo pode ser conquistado com comprometimento e esforço.

 

8) Falta de poder de decisão

 

Para o jornalista, quem toma decisões com rapidez e as modifica de forma lenta com frequência obtém sucesso financeiro.

 

Por outro lado, aquele que demora para tomar decisões, mas muda de ideia com frequência, está mais propenso a fracassar neste objetivo.

 

9) Não correr riscos

 

Quem não corre riscos não tem muita opção a não ser aceitar o que recebe enquanto outros podem escolher, diz o autor no livro. Para Hill, o excesso de medo é tão nocivo quanto não ter medo algum.

 

Prefira correr riscos administráveis. Na hora de investir, por exemplo, ao invés de colocar todo o dinheiro na aplicação considerada mais segura, prefira diversificar e monitorar os rendimentos de forma ativa para não ter surpresas no futuro.

 

10) Trabalhar no que não gosta

 

Uma pessoa não pode ser bem-sucedida trabalhando em algo que não gosta, de acordo com Hill. Para ele, um passo essencial para enriquecer é se atirar a uma ocupação de coração aberto.

 

Isso porque as chances de obter a motivação necessária para acumular dinheiro em algo que não se gosta são reduzidas. Em vez de gastar energias maldizendo um emprego, é preferível buscar outro que traga mais incentivos.

 

11) Tentar enriquecer rápido

 

O jornalista americano alerta que quem quer enriquecer deve driblar o incontrolável desejo de ganhar muito dinheiro, mas gastando quase nada para isso. Para ele, o instinto ligado a jogos, que se traduz na riqueza rápida e fácil, leva milhares de pessoas ao fracasso financeiro.

 

Entre os exemplos, podemos citar apostar na loteria ou especular no mercado financeiro, confiando em grandes ganhos. Investir deve ser, na verdade, um jogo de longo prazo.

 

12) Gastar de forma indiscriminada

 

Alguém que gasta todo o dinheiro que ganha dificilmente irá se tornar rico, porque viverá com medo constante da pobreza.

 

Hill recomenda criar o hábito sistemático de poupar dinheiro todos os meses, destinando uma porcentagem fixa do salário para isso. “Ter dinheiro no banco dá coragem para barganhar e fazer negócios. Sem dinheiro, geralmente temos de aceitar o que nos é oferecido, e ficar contente com isso”.

 

13) Não ter reservas financeiras

 

Para Hill, não ter reservas financeiras é a causa mais comum de fracasso financeiro para quem decide começar um negócio.

 

Não ter recursos suficientes impede que se possa superar erros até que seja possível construir uma reputação, que irá tornar o negócio sustentável.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/13-comportamentos-nocivos-que-te-afastam-da-riqueza

 

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A falta de planejamento financeiro pode detonar as suas contas e a realização dos seus objetivos. Se você é desorganizado naquele nível que mal sabe se a conta está no vermelho, saiba que está mais do que na hora de colocar isso em ordem.

 

Estamos atravessando um período de crise, desemprego e inflação. Só essa última faz com que o seu dinheiro perca cada vez mais poder de compra, ou seja, aquele mesmo carrinho de compras que você fazia há alguns meses já não fica tão cheio hoje com o mesmo valor que você gastava.

Por isso, deixe a procrastinação de lado e dedique-se a seguir algumas dicas, de acordo com a sua necessidade ou nível de desorganização, e passe a fazer o planejamento financeiro de forma correta.

 

1. Coloque todas as contas em um só lugar

 

Não adianta a gente falar que você precisa calcular seus gastos e sair fazendo planilhas. O primeiro passo é definir um lugar, seja uma gaveta, um porta-cartas perto de onde deixa suas chaves, enfim. Comece a colocar todas as cobranças como água, luz, telefone, TV por assinatura em um só lugar. Nas próximas dicas você entenderá o motivo.

 

2. Abra suas contas assim que recebê-las

 

É comum pegar a fatura do cartão e deixar de lado, pois o pagamento só vai ser feito depois de receber o seu salário. Esse é um erro clássico. Se você não tem organização, provavelmente não vai lembrar daquela passagem área paga em 12 vezes que acumulou com aquele celular dividido em 10. Ao abrir a fatura assim que chegar, você verá quanto deve no período e terá noção do impacto no seu orçamento.

Leitura recomendadaOrçamento: uma ferramenta de liberdade e felicidade que depende de você

 

3. Pegue recibo e nota fiscal de tudo

 

Separe um lugar especial na sua carteira ou bolsa para todos os recibos de cartão de débito e crédito e exija sempre a nota fiscal.

 

4. Coloque suas contas no papel

 

Para não esquecer ou pular essa importante atividade, programe no seu celular um dia e horário que você está livre para organizar o que falamos acima. Pegue as contas da semana que recebeu e os papeizinhos do que gastou e anote o que é cada gasto e o valor em um papel, planilha ou algo do tipo.

Some, veja quanto gastou e repita o processo na semana seguinte. Você começará a notar onde está gastando mais e no que gastou por impulso. Depois de criar o hábito de fazer esse controle, você verá que pode fazer isso a cada quinzena ou até mesmo uma vez por mês.

 

5. Lembre-se da data de vencimento do cartão como se fosse aniversário da sua mãe

 

Esse subtítulo pode parecer brincadeira, mas se você não pode ou não quer abrir mão do cartão de crédito, leve isso muito a sério. Isso porque se você não se lembrar dessa data, todos os seus gastos serão jogados para o próximo vencimento e há grandes chances de começar o mês com uma baita dívida que nem imaginava ter.

 

Leitura recomendadaComo usar o cartão de crédito de forma consciente e sem pagar juros

 

6. O céu não é o limite

 

Verifique sempre na fatura do cartão o seu limite de crédito. É comum o banco oferecer um limite muito acima da renda do cliente, o que mexe com o emocional de muita gente, pois dá a falsa sensação de que é possível ter quase tudo que se quer.

 

Essa estratégia adotada pelos bancos é como a maçã da Branca de Neve: tentadora, mas perigosa. Para você ter uma ideia, atualmente os juros rotativos do cartão de crédito chegam a 431% ao ano – esses juros são cobrados quando a fatura não é paga totalmente. Por isso, nunca parcele uma fatura!

 

7. Defina objetivos financeiros

 

Com as dicas acima você terá uma ótima noção de como lida com o dinheiro e os ajustes que precisa fazer. O próximo passo será definir as suas metas, como viagem, compra de uma casa, fazer um MBA e por aí vai. Ter isso mente ajuda a mudar o comportamento, pois é necessário adotar novos hábitos para realizar um sonho no prazo desejado.

 

São as metas que irão motivá-lo a tratar melhor as suas finanças. Sabendo o que você quer e quanto custa será mais fácil e motivador separar uns 10% do que se ganha logo no começo do mês para criar um fundo dedicado ao seu sonho.

 

Esperamos que essas dicas te ajudem a colocar suas finanças nos trilhos. E se você quer saber como dar o próximo passo, que é começar a investir, clique aqui para ler um material bem bacana sobre investimentos.

 

Quer ter mais organização?

 

Se você quer ter um controle financeiro mais organizado, a nossa recomendação é o download gratuito de nossa planilha de controle financeiro (clique aqui para baixar sua versão). Até a próxima!

 

Fonte: http://dinheirama.com/blog/2016/02/26/guia-planejamento-financeiro-desorganizados/

Conheça melhor o Visão Educa!

  • Neste espaço você poderá aprender a fazer seu próprio planejamento financeiro e conhecer diversas soluções práticas e corriqueiras que irão auxiliar na organização de suas finanças, com excelentes alternativas para fazer do seu dinheiro um grande aliado.

    Essa ferramenta é ainda uma oportunidade de interação com a Visão Prev e possibilita a troca de experiências dentro do tema previdência, seja ela privada ou pública.

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